Imagem: José Fernando Ogura/Arquivo AEN
O turismo corporativo em Curitiba registrou um crescimento sólido de 6% em 2025, acompanhando a média nacional e confirmando a força dos grandes centros urbanos no setor. Os dados, revelados pelo Fórum Panrotas 2026, posicionam a capital paranaense como o principal destino de negócios da região Sul e o quarto do país, ficando atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O segmento é impulsionado por viagens para fortalecimento de parcerias, expansão de networking e capacitação profissional.
Com uma infraestrutura moderna e capacidade comprovada para sediar congressos internacionais, Curitiba combina urbanismo, inovação tecnológica e preservação ambiental. Em 2025, o faturamento do setor no Brasil atingiu o recorde de R$ 13,6 bilhões, segundo a Abracorp. Apenas em janeiro de 2026, o faturamento nacional já soma R$ 1,052 bilhão, superando os números do mesmo período do ano anterior.
Tarifas e Valorização do Destino
Apesar da valorização, Curitiba mantém uma das diárias mais competitivas do mercado nacional. No último ano, o valor médio das tarifas na capital passou de R$ 309,00 para R$ 346,00 — um incremento de 12%. Mesmo com essa subida, a cidade apresenta a segunda menor tarifa entre os principais destinos pesquisados, superando apenas Goiânia (R$ 312). Para efeito de comparação, o Rio de Janeiro lidera o ranking com média de R$ 694, seguido por Brasília (R$ 535) e São Paulo (R$ 511).
Desafios e Experiência do Viajante
Para a presidente do Curitiba Convention & Visitors Bureau, Gislaine Queiroz, o grande desafio é integrar o viajante de negócios à cadeia turística tradicional. "O objetivo é que o visitante corporativo vivencie a cidade além dos compromissos profissionais, estimulando seu retorno futuro como turista de lazer", explica a executiva. A estratégia da organização foca na valorização dos associados e na qualidade dos serviços para posicionar Curitiba e a Região Metropolitana como um destino completo.
Órgãos de turismo e entidades de classe desempenham funções fundamentais no licenciamento de eventos, monitoramento de dados hoteleiros e fiscalização da qualidade dos serviços prestados. Esse trabalho de vigilância técnica, baseado em dados de plataformas como a Omnibees — que analisa mais de 55 milhões de pernoites por ano —, é essencial para garantir a segurança jurídica dos investimentos no setor e assegurar que o crescimento econômico reflita em melhorias reais na infraestrutura urbana e na hospitalidade para todos os visitantes.
Via: Bem Paraná
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