Imagem: Rovena Rosa
Nesta quarta-feira (14), a Lei do Salário Mínimo — criada em 1936 por Getúlio Vargas — completa 90 anos de existência. A data foi marcada por manifestações das principais centrais sindicais do país, que celebraram a importância do piso nacional como ferramenta de distribuição de renda, mas reforçaram a necessidade de uma política de recuperação mais agressiva.
A Importância do Piso Nacional
Lideranças da Força Sindical, CUT e CTB destacaram que o salário mínimo é o principal balizador para categorias sem piso específico e para milhões de aposentados e pensionistas. Eles comemoraram o resgate da política de aumento real (acima da inflação) no governo Lula, após anos de estagnação.
No entanto, as entidades defendem que a valorização deve se tornar uma política de Estado, e não apenas de governo, garantindo que o poder de compra do trabalhador seja preservado independentemente de quem esteja no poder.
O Desafio do Poder de Compra
Apesar dos avanços recentes, o abismo entre o valor atual e o necessário ainda é grande. Segundo cálculos do Dieese citados pelas centrais, o salário mínimo ideal para suprir as necessidades básicas de uma família brasileira deveria estar na casa dos R$ 7.106,83.
Para os sindicalistas, o fortalecimento do salário mínimo não apenas melhora a vida do trabalhador, mas também impulsiona o consumo interno e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), beneficiando toda a economia nacional. Atualmente, o valor vigente é de R$ 1.621,00.
Via: Agência Brasil
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