Dia dos Namorados deve injetar mais de R$ 22 bilhões na economia e impulsionar o comércio varejista

Dia dos Namorados deve injetar mais de R$ 22 bilhões na economia e impulsionar o comércio varejista

Imagem: Daniel Shime

 

O comércio varejista está otimista e com altas expectativas para as vendas do Dia dos Namorados. O sentimento positivo é respaldado por dados oficiais divulgados pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), em parceria com o SPC Brasil e a Offerwise Pesquisas: a movimentação financeira com a compra de presentes deve injetar mais de R$ 22 bilhões na economia nacional.

A expectativa das entidades é de que cerca de 93 milhões de consumidores tomem as ruas e plataformas digitais para garantir a lembrança do parceiro. O ticket médio estimado para este ano é de R$ 238,00 por pessoa.

No entanto, o levantamento aponta que os apaixonados estão mais criteriosos na hora de gastar: a tendência majoritária é o uso da internet para pesquisar minuciosamente produtos e preços antes de efetuar a compra ou retirar o item fisicamente.

A era do consumidor "Phygital"

Para o especialista em vendas e palestrante Diego Maia, essa integração entre o ambiente virtual e o físico — conhecida no mercado como jornada phygital — consolida-se como a maior mudança de comportamento do público neste Dia dos Namorados.

“Empresas que conseguirem entregar conveniência, personalização e experiência terão mais chances de conquistar o cliente”, explica Maia.

Além do presente: a busca por experiências especiais

Uma das grandes particularidades da data é que, além do tradicional presente material com forte conexão emocional, os casais estão priorizando a compra de vivências e momentos a dois.

O especialista reforça que os segmentos tradicionais de varejo lideram as intenções de compra, mas dividem as atenções com o setor de serviços:

  • Mais procurados no varejo: Vestuário, calçados, acessórios e perfumaria/cosméticos.

  • Alta em serviços e lazer: Jantares românticos, viagens curtas de fim de semana, hospedagens e pacotes de bem-estar (como spas).

Com essa descentralização do consumo, setores como gastronomia, hotelaria, turismo e eventos também devem registrar faturamento recorde. A recomendação dos analistas é que as empresas criem estratégias integradas para fisgar o cliente.

     “Se o estabelecimento proporcionar compras sem fricção (sem burocracia ou demora) e bons momentos com serviços personalizados,        fidelizará o consumidor para outras ocasiões”, finaliza Diego Maia.
Via: Bem Paraná

 

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