Imagem: Reprodução da Internet
A Justiça do Trabalho de Pernambuco condenou um posto de combustíveis, localizado em Recife, após ficar comprovado que o estabelecimento impunha o uso de calças do tipo "legging" como uniforme obrigatório para as funcionárias frentistas. A decisão judicial considerou a exigência abusiva e inadequada para o ambiente de trabalho, expondo as colaboradoras a situações constrangedoras e de desrespeito.
O processo foi movido após denúncias de que o uniforme, por ser extremamente justo, não oferecia a proteção necessária para as atividades em um posto de combustíveis e ainda submetia as funcionárias a olhares invasivos e comentários ofensivos de clientes. Para os magistrados, a imposição feriu a dignidade das trabalhadoras, configurando assédio moral e desrespeito às normas de segurança do trabalho.
Decisão e Respeito no Trabalho
O posto foi condenado ao pagamento de uma indenização por danos morais coletivos, além de ser obrigado a fornecer uniformes adequados que garantam o conforto e a segurança dos funcionários, sem distinção de gênero que gere exposição desnecessária. A decisão serve como um importante precedente para coibir práticas que utilizem a imagem do corpo da mulher como ferramenta de marketing ou atração de clientela em ambientes profissionais.
Via: CNN Brasil
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