CLIMA: Mortes e desaparecidos: o que sabemos sobre as fortes chuvas que devastaram MG; Juiz de Fora e Ubá em alerta máximo

CLIMA: Mortes e desaparecidos: o que sabemos sobre as fortes chuvas que devastaram MG; Juiz de Fora e Ubá em alerta máximo

Imagem: CNN

 

As fortes chuvas que atingiram o estado de Minas Gerais nesta terça-feira (23) deixaram um rastro de destruição e um balanço trágico de vítimas. Até a última atualização oficial do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), foram confirmadas 23 mortes em decorrência dos temporais.

As cidades mais afetadas são Juiz de Fora e Ubá, localizadas na Zona da Mata mineira, onde o volume de água provocou enchentes históricas, deslizamentos de terra e quedas de estruturas.

Calamidade Pública na Zona da Mata

Em Juiz de Fora, a prefeitura decretou estado de calamidade pública e luto oficial de três dias após o registro de 16 mortes. O município enfrentou o fevereiro mais chuvoso de sua história, com um acumulado impressionante de 584 milímetros.

Já em Ubá, cidade vizinha, sete óbitos foram confirmados. O Rio Ubá subiu quase oito metros (7,82m), transbordando e inundando áreas urbanas em questão de horas. A prefeitura local instaurou um plano de contingência e montou uma sala de crise para coordenar o resgate de famílias desabrigadas e a busca por desaparecidos.

Risco de Novos Alagamentos e Deslizamentos

O cenário permanece crítico para os próximos dias. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho (grande perigo) para áreas do Sudeste, incluindo Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.

Pontos de atenção em Minas Gerais:

  • Zonas em Alerta: Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Campo das Vertentes e Região Metropolitana de Belo Horizonte.

  • Previsão: Volumes superiores a 60 mm/h ou 100 mm/dia até a próxima sexta-feira (27).

  • Riscos: Alto potencial de novos transbordamentos de rios e deslizamentos em áreas de encosta já encharcadas.

Orientação à População

As autoridades recomendam que moradores de áreas de risco fiquem atentos a sinais de rachaduras em paredes ou movimentação de solo. Em caso de emergência, a orientação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros (193) ou a Defesa Civil (199).

O governo estadual, por meio do governador Romeu Zema, manifestou solidariedade às vítimas e garantiu que equipes de salvamento e assistência social seguem mobilizadas por tempo indeterminado nas regiões afetadas.

Via: CNN Brasil

 

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