Imagem: Fernando Frazão
A mobilização nacional para conter o avanço da gripe ganha um reforço decisivo neste sábado (28/03/2026). O "Dia D" marca o início da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, que seguirá até o dia 30 de maio nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. A estratégia antecipa o período de maior circulação do vírus nestas localidades, enquanto na região Norte a imunização ocorrerá no segundo semestre devido à sazonalidade específica da doença.
Para a campanha deste ano, o Ministério da Saúde já distribuiu 15,7 milhões de doses da vacina trivalente, que foi atualizada para combater as novas cepas do vírus em circulação no Brasil. A imunização é gratuita e está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS). A iniciativa é fundamental diante dos dados epidemiológicos de 2026, que já registram 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e cerca de 840 óbitos até meados de março, sendo a influenza responsável por 28,1% das infecções graves identificadas.
Público-Alvo e Esquema Vacinal
A campanha foca nos grupos prioritários e nas populações mais vulneráveis a complicações da doença. Devem procurar os postos de saúde:
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Crianças: De 6 meses até menores de 6 anos.
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Gestantes e Idosos: Pessoas com 60 anos ou mais.
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Grupos Especiais: Indígenas e pessoas com comorbidades.
O Ministério da Saúde alerta para o esquema vacinal de crianças entre 6 meses e 8 anos: aquelas que nunca foram imunizadas devem receber duas doses, com intervalo de quatro semanas. Já as que possuem histórico vacinal anterior recebem apenas a dose única anual.
Conscientização Digital
Como parte da estratégia de mobilização, o Governo Federal iniciou o envio de mensagens institucionais via aplicativos de comunicação para incentivar a vacinação e combater a desinformação. O objetivo é ampliar a confiança nos canais oficiais e garantir que a cobertura vacinal atinja as metas necessárias para reduzir internações e óbitos.
Órgãos de vigilância epidemiológica e secretarias de saúde desempenham funções fundamentais no licenciamento de imunizantes, monitoramento de casos e fiscalização da rede de frio para armazenamento das doses. Esse trabalho de vigilância técnica é essencial para garantir a eficácia da vacina, assegurando que o controle de doenças respiratórias ocorra com rigor científico e segurança para toda a população brasileira, fortalecendo o Sistema Único de Saúde (SUS).
Via: Agência Brasil
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