Higienização das mãos: Gesto simples reduz em até 40% o risco de doenças

Higienização das mãos: Gesto simples reduz em até 40% o risco de doenças

Imagem: Gilson Abreu/Arquivo AEN

Neste dia 5 de maio, o mundo se mobiliza pelo Dia Mundial de Higienização das Mãos. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça que esta prática vai muito além da rotina hospitalar, sendo a barreira mais eficaz e econômica para interromper a transmissão de vírus e bactérias no dia a dia.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o hábito correto de lavar as mãos pode reduzir em 40% a incidência de doenças como diarreias, gripes e conjuntivites. O gesto protege desde recém-nascidos até idosos, garantindo a segurança de pacientes e profissionais da rede pública.

Os 5 momentos essenciais na Saúde

Para profissionais que atuam em hospitais e Unidades Básicas de Saúde (UBS), existem momentos cruciais para a higienização:

  1. Antes de tocar o paciente;

  2. Antes de realizar procedimentos limpos ou assépticos;

  3. Após o risco de exposição a fluidos corporais;

  4. Após tocar o paciente;

  5. Após tocar superfícies próximas ao paciente.

No cotidiano da população

A higienização constante, que ganhou força durante a pandemia, não deve ser esquecida. É fundamental lavar as mãos após usar o banheiro, trocar fraldas, tossir ou espirrar, tocar em animais e, obrigatoriamente, antes de manipular alimentos ou comer.

Aprenda o passo a passo para uma lavagem eficiente

Uma limpeza completa deve durar entre 40 a 60 segundos. Confira a técnica correta:

  • Palmas e Dorso: Aplique sabonete e esfregue as palmas; depois, esfregue o dorso de cada mão com a palma oposta, entrelaçando os dedos.

  • Dedos e Unhas: Limpe o espaço entre os dedos, esfregue os polegares em movimentos circulares e não esqueça de limpar as pontas dos dedos e as unhas contra a palma da outra mão.

  • Enxágue e Secagem: Remova todo o sabão em água corrente. Seque com papel toalha descartável e utilize o próprio papel para fechar a torneira, evitando se contaminar novamente.

O secretário de Estado da Saúde, César Neves, reforça que a prática é o alicerce de um atendimento humanizado e seguro. "Ao adotar essa prática, interrompemos a cadeia de transmissão de microrganismos", afirma.

Via: AEN

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