Imagem: Geraldo Magela/ Agência Senado
O Partido dos Trabalhadores (PT) agiu rapidamente para tentar reverter a decisão da CPMI do INSS que aprovou, nesta quinta-feira (26), a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula. A liderança do partido no Congresso protocolou um pedido de anulação da votação, alegando que houve irregularidades regimentais e falta de fundamentação técnica para a medida.
O embate jurídico e político intensificou-se após a sessão ter terminado em confusão generalizada. Os governistas argumentam que o requerimento apresentado pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), é baseado em "ilações e perseguição política", sem apresentar provas concretas que liguem "Lulinha" a supostos esquemas de corrupção ou fraudes na autarquia previdenciária.
Estratégia de Defesa e Próximos Passos
O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) lidera a ofensiva para invalidar a decisão, sustentando que a votação foi conduzida de forma apressada e sem o devido direito ao contraditório. "Não permitiremos que a comissão seja usada como palco de um espetáculo político para atingir a família do presidente sem qualquer base legal", afirmou o parlamentar.
Por outro lado, a oposição defende que a quebra de sigilo é um instrumento necessário para investigar a denúncia de que empresas ligadas a Fábio Luís teriam recebido repasses suspeitos. O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), reiterou que o processo seguiu as normas e que o pedido de anulação será analisado pela mesa diretora da comissão nos próximos dias, mantendo o clima de incerteza sobre o avanço das investigações.
Via: Poder360
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