Imagem: Cemitério São Paulo
A gestão do prefeito Joaquim Silva e Luna em Foz do Iguaçu enfrenta severas críticas pela demora na solução para a escassez de vagas nos cemitérios públicos da cidade. Passados vários meses do início da crise, a administração municipal ainda não viabilizou uma resposta definitiva para garantir os sepultamentos gratuitos, gerando transtornos e revolta para famílias da região.
O reflexo da falta de planejamento é sentido nos necrotérios e na Polícia Científica do município, onde diversos corpos permanecem guardados em câmaras frias. Em um dos casos mais graves registrados, o corpo de um homem de 62 anos aguarda por um espaço há mais de um mês.
Principais pontos da crise nos cemitérios:
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Impasse na Justiça: Enquanto a busca por uma nova área emergencial segue travada, a Prefeitura mantém uma disputa judicial com a empresa concessionária responsável pela administração dos cinco cemitérios públicos locais.
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Notificação Judicial: No dia 9 de setembro, o Poder Judiciário intimou o município a resolver o problema com urgência, mas o prazo expirou sem que os sepultamentos fossem regularizados.
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Indignação das Famílias: Parentes de falecidos relatam incerteza e constrangimento pela impossibilidade de dar um destino digno aos seus entes queridos.
O espaço permanece aberto para manifestações da Prefeitura de Foz do Iguaçu e da concessionária responsável sobre o andamento das medidas operacionais para a liberação de novas vagas.
Via: Alerta Paraná
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