Saúde: Anvisa proíbe venda de fórmula infantil por risco de contaminação por toxina

Saúde: Anvisa proíbe venda de fórmula infantil por risco de contaminação por toxina

Imagem: Marcelo Camargo

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta quarta-feira (07), uma medida cautelar proibindo a comercialização, distribuição e o uso de lotes específicos de uma fórmula infantil após a identificação de riscos de contaminação por uma toxina perigosa. A decisão foi tomada como medida preventiva para garantir a segurança de lactentes e crianças na primeira infância.

A resolução, publicada no Diário Oficial da União, determina o recolhimento imediato dos produtos das prateleiras de supermercados e farmácias em todo o território nacional.

Entenda o Risco de Contaminação

A suspensão ocorreu após análises laboratoriais detectarem a presença de enterotoxina estafilocócica, produzida pela bactéria Staphylococcus aureus.

  • Sintomas: A ingestão desta toxina pode causar náuseas intensas, vômitos, cólicas abdominais e diarreia.

  • Gravidade: Em bebês, o risco de desidratação rápida é elevado, o que torna a situação uma emergência de saúde pública.

  • Causa Provável: A contaminação pode ter ocorrido durante o processo de fabricação ou por falha no controle de higiene na linha de produção da empresa responsável.

Orientações para Pais e Responsáveis

A Anvisa recomenda que os consumidores verifiquem as embalagens de fórmulas infantis em suas residências. Caso o produto pertença aos lotes interditados, o uso deve ser interrompido imediatamente.

  1. Troca ou Reembolso: O consumidor tem direito à substituição gratuita ou ao ressarcimento do valor pago, conforme o Código de Defesa do Consumidor.

  2. Sintomas: Caso a criança tenha ingerido o produto e apresente desconforto gástrico, a orientação é buscar atendimento médico imediato.

  3. Fiscalização: Farmácias e estabelecimentos em Guaraniaçu e região devem retirar o material de exposição e seguir os protocolos de devolução ao fabricante.

O nome do fabricante e os números exatos dos lotes podem ser consultados no portal oficial da Anvisa ou nos canais de atendimento dos órgãos de vigilância sanitária estaduais e municipais.

Via: Agência Brasil

 

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