Paraná ganha mais de 60 mil habitantes em um ano e aproxima-se da marca de 12 milhões de pessoas

Paraná ganha mais de 60 mil habitantes em um ano e aproxima-se da marca de 12 milhões de pessoas

Imagem:  Franklin de Freitas

 

O estado do Paraná atingiu a marca estimada de 11,95 milhões de habitantes (11.952.456) em 1º de julho de 2026, segundo dados do levantamento de Estimativas da População divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O crescimento representa um acréscimo de 61.939 moradores em relação ao ciclo anterior, quando a população era estimada em 11,89 milhões.

Com uma alta anual de 0,52%, o Paraná registrou um ritmo de crescimento populacional superior à média do Brasil, que avançou 0,37% no mesmo período (chegando a 214,2 milhões de pessoas no País). O estado se consolida como o 5º mais populoso da federação, ficando atrás apenas de São Paulo (46,18 milhões), Minas Gerais (21,46 milhões), Rio de Janeiro (17,23 milhões) e Bahia (14,89 milhões).

Ritmo lento na Capital

Enquanto a taxa de expansão do estado superou o índice nacional, Curitiba apresentou relativo estancamento demográfico. Entre 2025 e 2026, a população da capital paranaense subiu de 1.830.795 para 1.832.183 moradores — uma variação de apenas 0,08% (ganho de 1.388 habitantes), número bem inferior ao crescimento médio de 0,22% observado no conjunto das capitais brasileiras.

Apesar da desaceleração, Curitiba permanece como a oitava maior cidade do Brasil em contingente populacional, posicionando-se atrás de São Paulo (11,91 milhões), Rio de Janeiro (6,73 milhões), Brasília (3,00 milhões), Fortaleza (2,58 milhões), Salvador (2,55 milhões), Belo Horizonte (2,41 milhões) e Manaus (2,32 milhões).

Os moradores da capital somam 15,3% de todo o contingente paranaense. O percentual indica uma menor concentração em relação ao padrão nacional, no qual as 27 capitais abrigam 23,07% da população total do País (49,41 milhões de pessoas).

Importância dos dados

As estatísticas populacionais apuradas pelo IBGE fundamentam os cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU) para a distribuição de recursos do Fundo de Participação de Estados e Municípios (FPM), servindo também de base para a elaboração de indicadores socioeconômicos e políticas públicas regionais.

Via: Bem Paraná

 

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