Imagem: Divulgação da Internet / Bem Paraná
Um levantamento recente trouxe à tona um dado preocupante sobre a saúde pública e o contexto social no Paraná. Entre janeiro e agosto, o estado registrou o nascimento de bebês de 7.820 mães adolescentes, evidenciando que a gravidez precoce continua sendo um desafio significativo para as autoridades e para a rede de proteção à criança e ao adolescente em solo paranaense.
Os dados, que constam nos registros de monitoramento de saúde do estado, revelam que a maioria desses partos ocorreu na faixa etária entre 15 e 19 anos. No entanto, o que mais acende o alerta das autoridades de saúde e assistência social é o número de casos registrados em meninas ainda mais jovens, com idade inferior a 14 anos, situação que, por lei, é classificada como estupro de vulnerável.
Desafios e Impacto Social
Especialistas apontam que a maternidade precoce está diretamente ligada a fatores como a evasão escolar, a perpetuação de ciclos de pobreza e riscos aumentados à saúde tanto da mãe quanto do bebê. No Paraná, o governo tem intensificado programas de conscientização e acesso a métodos contraceptivos, mas os números mostram que ainda há uma lacuna no alcance das políticas de prevenção e educação sexual.
Apoio e Prevenção
As regionais de saúde com os maiores índices de gravidez na adolescência estão concentradas em áreas de maior vulnerabilidade socioeconômica. O objetivo das autoridades agora é fortalecer o pré-natal especializado para esse público e garantir que essas jovens mães consigam retornar aos estudos após o nascimento dos filhos. O monitoramento contínuo é fundamental para reduzir esses índices e oferecer um suporte psicológico e social adequado às famílias.
Via: Bem Paraná
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