Maringá é escolhida por fabricante chinesa de eletrônicos para sediar 1ª unidade da marca no Brasil

Maringá é escolhida por fabricante chinesa de eletrônicos para sediar 1ª unidade da marca no Brasil

Imagem: Nissin

 

A cidade de Maringá, no Noroeste do Paraná, foi selecionada pela multinacional chinesa Ricomm para abrir sua primeira unidade operacional no mercado brasileiro. A fabricante de acessórios para celulares instalará uma distribuidora nas proximidades do Aeroporto de Maringá, com previsão de início das atividades em cerca de 60 dias e estimativa de gerar 50 empregos diretos.

A escolha do município ocorreu após visita do fundador da empresa, John Fan, que apresentou o projeto de expansão internacional em reunião com o prefeito Silvio Barros no Paço Municipal.

Perfil corporativo e fatores de atratividade

Com cinco fábricas e mais de 2 mil colaboradores globalmente, a Ricomm atua na produção de tecnologia PD/GaN para carregadores, cabos, fones sem fio e películas. O fundador da marca acumula duas décadas de atuação no setor de tecnologia móvel e mantém contratos de fornecimento com grandes redes do varejo internacional, como Walmart, Carrefour e Best Buy.

A infraestrutura logística do entorno do aeroporto e a qualidade de vida local foram determinantes para a fixação do empreendimento. O prefeito Silvio Barros reforçou o impacto da escolha: “O John se encantou por Maringá e decidiu instalar a distribuidora aqui. É o reflexo das políticas públicas pensadas e executadas com foco na qualidade de vida das pessoas, o que acaba criando um ambiente atrativo para novos investimentos.”

Avanço de investimentos asiáticos no Estado

A chegada da distribuidora chinesa ao Noroeste paranaense integra um movimento contínuo de atração de capital asiático para o Estado:

  • Maringá (Noroeste): Instalação do centro de distribuição da Ricomm (foco em tecnologia móvel);

  • Ponta Grossa (Campos Gerais): Construção da nova planta industrial da japonesa Nissin Foods às margens da PR-151, em um terreno de 413,2 mil m². A obra conta com aporte de R$ 1 bilhão viabilizado pelo programa Paraná Competitivo, previsão de conclusão para abril de 2027 e estimativa de gerar 550 empregos diretos.

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