Imagem: Reprodução/Redes sociais
A Polícia Civil de Santa Catarina identificou o adolescente suspeito de agredir violentamente o cão comunitário conhecido como Orelha, em um caso que gerou forte comoção nas redes sociais. O crime ocorreu no centro de Florianópolis e está sendo tratado como maus-tratos a animais, com base em evidências colhidas por sistemas de monitoramento da região.
O Caso Orelha, um cachorro dócil e muito conhecido por moradores e comerciantes locais, foi encontrado com ferimentos graves, incluindo sinais de espancamento. De acordo com a investigação:
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Identificação: As imagens mostram a ação de um jovem que, sem motivo aparente, desferiu golpes contra o animal enquanto ele descansava.
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Saúde do Animal: O cão foi resgatado por voluntários e encaminhado a uma clínica veterinária. O quadro clínico é estável, mas requer cuidados intensivos devido à idade avançada e à gravidade das lesões.
Relacionamentos Saudáveis e Empatia Este triste episódio traz à tona a necessidade urgente de promover relacionamentos saudáveis e a cultura do respeito a todas as formas de vida, inclusive no ambiente escolar e comunitário. A aplicação da Comunicação Não-Violenta (CNV) e da educação emocional é fundamental para prevenir a violência:
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Sentimento e Necessidade: Ações violentas muitas vezes refletem uma incapacidade de gerir frustrações ou a falta de empatia básica. Educar para que jovens compreendam suas emoções pode evitar que descontem impulsos em seres vulneráveis.
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Observação e Ação: A comunidade agiu rapidamente ao observar o fato e buscar justiça, demonstrando que a proteção aos animais é uma necessidade coletiva de segurança e ética.
Medidas Legais Por se tratar de um adolescente, o caso foi encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI). O suspeito poderá responder por ato infracional análogo ao crime de maus-tratos. A legislação brasileira prevê punições mais severas para agressões a cães e gatos, conforme a Lei Sansão.
Corrente de Solidariedade Moradores de Florianópolis organizaram uma arrecadação para custear o tratamento de Orelha. O animal, que é considerado um "patrimônio" afetivo da rua onde vive, deve retornar ao seu local de origem assim que receber alta, sob a supervisão de seus cuidadores comunitários.
Via: g1
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